top of page
24-01-SP-Revista-Horizonte.jpg
Edição nº 03 | Fevereiro 2024
logo-20-anos-cores-corretas.png
logo.png

01

ESPECIAL

02

EDITORIAL

03

EDUCAÇÃO FIN.

E PREV.

04

INSTITUCIONAL

05

INVESTIMENTOS

06

SEGURIDADE

07

PARTICIPANTES

08

APÊNDICE

ESPECIAL

Especial
bk-01.jpg
Ativo 1_300x.png
Camada-6.png

mais que investir, cuidar!

Ativo 1_300x.png

EDITORIAL

Editorial

O SEGURO QUE

"não morre de velho” 

O rápido envelhecimento da população brasileira é um sinal de alerta e de preocupações sobre o sistema de previdência pública do país. O que se constata hoje é que a classe média brasileira terá uma expressiva perda de renda na velhice caso não faça adesão a um plano de previdência complementar. Segundo os dados desse último censo divulgado pelo IBGE, o número de pessoas com 60 anos ou mais cresceu 3,8% ao ano entre 2010 e 2022, o que supera em muito a parcela de contribuintes com idade entre 20 e 64 anos, que cresceu apenas a 0,9% ao ano no período.

A classe média brasileira terá uma expressiva perda de renda na velhice caso não faça adesão a um plano de previdência complementar.

Esse impacto demográfico é muito grande e perverso — um quadro que se agrava à medida que as progressivas reduções das taxas de natalidade e o crescente aumento das expectativas de vida dos brasileiros provoca constante aumento do número de aposentados por trabalhador da ativa. Com efeito, a proporção de contribuintes por aposentado, que hoje está um pouco abaixo de 2 por 1, chegará a 1 por 1 no ano de 2050.

Como reflexo, geram-se déficits muito grandes na Previdência Social Pública — principalmente em razão do pagamento de benefícios diante do crescente aumento de aposentados pelo INSS — que diminuem a capacidade do Estado investir em saúde, educação e infraestrutura, por exemplo. E sabemos que um dos principais gargalos que impedem o crescimento do país é a clara deficiência de sua infraestrutura. A continuar nessa marcha batida, o Estado poderá ter problemas para honrar o pagamento de benefícios daqui a algumas décadas em razão do crescente envelhecimento da população e do decréscimo nos índices de fertilidade.
 
O que se busca para enfrentar o problema é um novo caminho para a previdência, que vise ampliar a cobertura previdenciária para a classe média sem onerar o chamado Regime Geral (INSS).